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Gestão e Riscos Extremos de Anomalias

O nosso cliente tem uma rede de tubagens em Operação onde nunca foi realizada uma análise de riscos. Colocaram-nos o problema para poderem compreender a diferença entre as distintas tubagens e para os ajudarmos a realizar uma planificação do seu plano de inspecções em função do risco, avaliando a probabilidade de que ocorresse um acidente, assim como das consequências que teria.

A solução apresentada pela Procainsa centrou-se na compreensão dos métodos de inspecção seguidos pelo cliente, assim como o risco extremo das anomalias encontradas nas referidas inspecções

Instalação Rede de tubagens em Operação
ClienteConfidencial

ameaças para a integridade da tubagem

Dependentes do tempo, que são ameaças que tendem a crescer com o tempo: Corrosão interna ou externa e “Stress Corrosión Cracking” (SCC).

Estáveis no tempo, que não crescem no tempo, a menos que actue sobre ela outro mecanismo de falha de revestimento. Estas ameaças são defeitos de fabricação, soldadura e de equipamento.

• E finalmente as ameaças que não são dependentes do tempo: danos de terceiros, procedimentos errados/ falhas humanas e por força maior ou fenómenos meteorológicos.

variáveis para cada uma das anomalias

A avaliação/ponderação das variáveis para cada uma das anomalias que se obtiveram nas inspecções: ILI, ROV, falhas de revestimento (DCVG/ACVG), estado da protecção catódica, etc, e num futuro poderá ser complementado com dados do terreno (pH e/o resistividades), dados de operação (pressão, temperatura), cruzamentos com rios, zonas sísmicas, etc, que posteriormente serão aplicadas na matriz na categoria de probabilidade.

Posteriormente, utilizou-se a categorização de localização da UNE 60302 – Sep 2015, para estimar as consequências em relação ao custo humano, meio ambiente e económico.

planos de actuação

Dependendo do nível de risco estimado para cada ramal da tubagem, apresentaram-se uma série de planos de actuação, onde se incluíram: aumentos e diminuições de frequências de inspecção em função do risco calculado, tipo de técnica de inspecção mais indicada, investigação de defeitos (exame directo), cálculo da máxima pressão que suportaria esse defeito, etc.

A solução apresentada foi muito útil sob o ponto de vista da operação e manutenção. Foi de grande ajuda para compreender a complexidade das nossas instalações e conseguirmos uma redução em horas/homem em manutenção, concentrando-nos nos ramais de maior risco.

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Chefe de Manutenção e Integridade